Aqui estou anunciando meu Playstation 2, que estou vendendo por R$250,00.
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quarta-feira, 4 de maio de 2011
Screenshots & Review - Battlefield Bad Company 2 Vietnam
Depois de um tempão sem postar hora de voltar ao ritmo...
Comprei esse jogo na promoção de Páscoa da EA, que tava dando 50% de desconto em qualquer jogo já lançado.
Acredito que tenha saído umas screens legais, já que selecionei apenas 22 das mais de 100 que tem aqui no hd. Ainda tenho mais screens do Call of Juarez, FarCry 2 e Alien vs Predador para por aqui.
Agora sobre o jogo:
A expansão apesar de ser apenas multiplayer é uma excelente opção, não só por apresentar ambientes, armas e equipamentos diferentes da versão original, mas também porque os mapas ficaram menores. No Bad Company 2 há mapas muito grandes que acabam gerando apenas batalhas de tanques/helicópteros/snipers e deixa os "soldados de ação" meio de lado. Coisa que não acontece nessa expansão, já que os mapas são menores a ação fica concentrada nos pontos principais, e acaba não dando muito espaço para campers. Mas um dos pontos negativos é que há somente 5 novos mapas, depois de um tempo tornam-se repetitivos, o que não é de todo ruim, afinal o jogador passa a conhecer bem os mapas. E também não há muitas armas (16, mais lançador de granadas, bazukas, minas, granadas e morteiros), mas todas são iguais independente do exército, ou americano ou vietnamita. Isso é bom pois gera igualdade, não há como reclamar dizendo que um exército é melhor que outro.No geral achei que essa expansão ficou melhor até que o multiplayer do jogo original e que o tema Vietnam poderia ser explorado para campanha singleplayer em um próximo Battlefield ou Bad Company. NOTA: 9,5/10
Comprei esse jogo na promoção de Páscoa da EA, que tava dando 50% de desconto em qualquer jogo já lançado.
Acredito que tenha saído umas screens legais, já que selecionei apenas 22 das mais de 100 que tem aqui no hd. Ainda tenho mais screens do Call of Juarez, FarCry 2 e Alien vs Predador para por aqui.
Agora sobre o jogo:
A expansão apesar de ser apenas multiplayer é uma excelente opção, não só por apresentar ambientes, armas e equipamentos diferentes da versão original, mas também porque os mapas ficaram menores. No Bad Company 2 há mapas muito grandes que acabam gerando apenas batalhas de tanques/helicópteros/snipers e deixa os "soldados de ação" meio de lado. Coisa que não acontece nessa expansão, já que os mapas são menores a ação fica concentrada nos pontos principais, e acaba não dando muito espaço para campers. Mas um dos pontos negativos é que há somente 5 novos mapas, depois de um tempo tornam-se repetitivos, o que não é de todo ruim, afinal o jogador passa a conhecer bem os mapas. E também não há muitas armas (16, mais lançador de granadas, bazukas, minas, granadas e morteiros), mas todas são iguais independente do exército, ou americano ou vietnamita. Isso é bom pois gera igualdade, não há como reclamar dizendo que um exército é melhor que outro.No geral achei que essa expansão ficou melhor até que o multiplayer do jogo original e que o tema Vietnam poderia ser explorado para campanha singleplayer em um próximo Battlefield ou Bad Company. NOTA: 9,5/10
quarta-feira, 23 de março de 2011
EA Sports MMA - Review
Prós: O jogo tem uma jogabilidade muito mais interessante que a do rival UFC, os movimentos dos lutadores são bem mais reais, muito mais parecidos com a realidade, o sistema de socos é melhor, e na luta de chão usar os botões (A,B,X,Y ou Quadrado,X,O,Triângulo) ajuda muito a quem não é acostumado com esse tipo de jogo. Contém várias regras de MMA diferentes, MMA americano - 3 rounds de 5 minutos valendo apenas cotoveladas no chão, MMA japonês - 2 rounds, um de 10 minutos e um de 5, valendo joelhadas e chutes no chão, Vale Tudo - um round de 20 minutos, valendo cotoveladas, joelhadas e chutes no chão e ainda as regras do evento StrikeForce - 3 rounds de 5 minutos, não valendo cotoveladas, joelhadas ou chutes. Isso varia bastante o jogo, principalmente no modo carreira, um dos pontos altos do jogo.
Contras: As vezes os movimentos durante o knock down são muito repetitivos e robóticos, as chaves e estrangulamentos sempre são do mesmo jeito usando sempre o mesmo braço ou perna. Há muitas chaves que não existem nesse jogo, mas existem no UFC, outro ponto ruim é que não há como fazer um "posture up" na meia guarda, quem conhece MMA ou já jogou o UFC sabe do que estou falando. Também não ficou bem feito o impacto tanto sonoro quanto físico do jogo, não da aquela sensação de "que porrada bem dada", sem falar na dificuldade para acontecer um Knock Out, tudo bem que no MMA moderno é muito mais comum acontecer um TKO mas o problema é que apenas 5% das lutas acaba por KO e 45% por TKO, uma diferença muito grande, e um KO só acontece mesmo quando o jogador insiste pelo KO, e não quer o TKO. Outra coisa que faltou, obviamente, foram os lutadores do UFC.
Nota Final: 8.6/10, essa é minha nota para o jogo, acredito que ele não recebeu a merecida atenção e destaque, mas espero que para as próximas edições sejam melhorados os erros destacados, aí sim será o melhor jogo de MMA.
segunda-feira, 14 de março de 2011
Homefront - Notícia: Game será distribuido no Brasil por R$69,90
A Neoplay e a THQ assinaram o contrato que dá à Neoplay a exclusividade na distribuição para o mercado brasileiro da versão para PC de Homefront. O jogo será lançado mundialmente em 15 de março. Nas lojas do Brasil chega no final de março, por R$ 69,90.
Homefront está entre os jogos aguardados pelos gamers em 2011. Produzido pela Kaos Studios e pela Digital Extremes, remete ao ano de 2026 em uma imaginária história de resistência norte-americana contra a invasão norte-coreana. O game da categoria FPS, coloca o jogador para andar, correr, se esconder e atirar até reconquistar a liberdade.
Além de Homefront, a Neoplay já distribui, também com exclusividade, Starcraft II e World of Warcraft, da Blizzard.
domingo, 13 de março de 2011
BioShock 2 - Review
Hoje falarei do jogo BioShock 2, foi lançado em 9 de fevereiro de 2010, eu tenho esse jogo no Steam, e é um grande jogo.
"ma sequela era mais do que esperada, depois da crítica da especialidade ter aclamado o jogo como um dos melhores de 2007. Já sabemos que mereceu uma versão PlayStation 3, deixando de ser um exclusivo (consolas) Xbox 360, conseguindo assim chegar a um público mais abrangente, e claro, aumentar o lucro.
BioShock 2 chega até nós jogadores com uma enorme responsabilidade, tentar no mínimo igualar o seu antecessor. A 2K Games optou por seguir um caminho algo inesperado, já que esta segunda versão não é bem uma sequela, sendo mais um estória “paralela”. Digo paralela porque não está directamente relacionada com o primeiro no que toca ao personagem que controlamos. É claro que os acontecimentos de BioShock 2 decorrem 8 anos após o primeiro, mas a maneira como foi construído, no qual controlamos um Big Daddy, leva o jogador a encarar esta segunda versão como um jogo completamente novo em termos de enredo, sendo quase uma visão paralela do que se passou no primeiro.
Para ser sincero, esperava que a equipa seguisse outro caminho, talvez mudar de ares, sair do oceano, conduzir as Little Sisters para outro lugar, mais seco. Terra firme? São ideias, e até se quiserem, são desejos meus, talvez concretizados em BioShock 3. Mas tudo isto não significa que o jogo não esteja à altura, e que não tenha evoluído. No geral, tudo o que de bom existia no primeiro foi transportado para o segundo, e até melhorado. Temos novas armas, novos upgrades, e muita acção, até temos um modo para múltiplos jogadores online.
Em relação ao enredo, estória, encarnamos a personagem Subject Delta, que é o primeiro Big Daddy a conseguir uma ligação com as Little Sisters. Sem querer estragar o jogo, apenas direi que irá perder a sua pequena e frágil Little Sister (Eleanor), raptada pela nova vilã, Sofia Lamb. Acordamos 10 anos depois, através das já conhecidas Vita Chambers. Eleanor comunica connosco por telepatia, dando pistas e items. Como repararam, o nosso objectivo é encontrar Eleanor.
A progressão no jogo é bastante rápida e muito linear, contrastando com o primeiro, em que tudo era mais pausado e até mais empolgante. O ambiente é também ele bem menos sombrio, o sentimento de medo, angústia e dificuldade foi um pouco perdido em BioShock 2. A “alma” que possuía como que desvaneceu um pouco. É claro que o menor entusiasmo criado por este jogo está relacionado com facto de não ser uma inovação, de não ser um jogo que nos surpreenda. Não há nada significativamente inovador que faça deste BioShock 2 um jogo superior ao primeiro. Quem nunca jogou o original não irá sentir o mesmo, será tudo uma surpresa, será uma experiência muito empolgante.
Há que explorar todos os recantos de Rapture, há de tudo para recolher, desde bebidas, munições, alimentos, e até Gene Tonics escondidos em locais remotos, que alteram os genes conferindo capacidades passivas. O nosso objectivo é encontrar Eleonor, mas pelo caminho vamos encontrar personagens que nos ajudam em troca de favores. Nos vários locais que percorremos existem outros Big Daddys, uns possuem as suas Little Sisters e outros não. Para adquirir ADAM, há que matar um Big Daddy para ficar com a sua Little Sister, podemos adopta-la ou consumir o ADAM que esta possui. Ao adoptar, esta salta apara as nossas costas, percorremos o mapa em busca de corpos para ela efectuar a recolha. Quando ela já não consegue recolher mais, temos novamente que optar, consumimos todo o seu ADAM, provocando a sua morte, ou apenas parte, libertando-a de todo o tormento.
A recolha de ADAM com a Little Sister é sempre um momento de intenso combate, já que somos atacados por Splicers, Brute Splicers e muitos mais. Há que preparar bem o terreno antes de ordenar a recolha. Colocar armadilhas, torrents e estar bem artilhado de munições, energia e EVE. Eles vêm aos “montes” e por todos os lados, tentando matar a Little Sister e ficar com o ADAM. Outro momento aterrador é quando surge uma Big Sister, sendo esta o inimigo mais feroz e mortífero do jogo. Ia cair no erro de revelar quem são as Big Sisters, deixo isso para vocês descobrirem durante o jogo.
Existem algumas questões estranhas no jogo, relacionadas com os objectos/items. Há uma enormidade de bebidas, alimentos, munições, dinheiro. Numa cidade abandonada, repleta de Splicers e afins, as quantidades são estranhamente elevadas. Passaram 8 anos após o primeiro jogo, como é possível existirem tantas “coisas”? Quem as produz? Não quero parecer incomodativo, mas reparem; numa determinada altura do jogo, vamos percorrer uma parte da cidade que já esteve inundada pelo oceano, com todos os vestígios de estar naquele estado há longos anos. Mas incrivelmente, os items continuam a ser abundantes e em perfeito estado de conservação, bebidas, alimentos, tudo pode ser consumido sem preocupações, até as maquinas onde, compramos, trocamos e fazemos upgrades, estão em perfeito funcionamento. Assustador é também o número de mensagens de áudio, são aos "quilos", funcionando na perfeição mesmo depois de tantos anos e debaixo de água. Estes pormenores, coisas, não encaixam muito bem, mas o jogador menos exigente nem vai reparar.
BioShock 2 é mais quantidade do mesmo em tudo. Um desses exemplos é o armamento que temos ao nosso dispor, desde a aterradora “broca” (Drill) até à minha preferida, a Rivet Gun. Todas as armas são alvo de upgrades, efectuados em locais específicos que só podem ser utilizados uma vez. Os Plasmids são também familiares, com os seus respectivos upgrades, que aumentam a sua eficácia. Temos uma enormidade de Plasmids, mas no meu caso, apenas utilizo 3 a 4, não senti necessidade de utilizar muitos mais, mas tudo depende do jogador e das suas preferências pessoais. Colocar um inimigo em chamas, electrocuta-lo, desorientá-lo e obrigando-o a atacar os da sua espécie, e até congela-lo, são as minhas acções preferidas.
Quando nos deslocamos pela cidade, há que ter muita atenção os alarmes/câmaras, há que jogar com o ambiente e com as defesas de Rapture. É muito importante colocar do nosso lado essa mesmas defesas, sejam os torrents e as câmaras de vigilância. Há que as “hackear”, para que estas estejam do nosso lado, sendo uma ajuda vital, já que os inimigos estão constantemente a aparecer. Um ambiente do nosso lado é um factor importante quando os combates ficam mais violentos e difíceis.
O jogo mantém aquele grafismo bem colorido, com uma representação interessante de Rapture. Não vislumbrei um salto significativo no grafismo, até o achei algo pobre em determinados momentos. Existem muitas texturas com fraca qualidade, disfarçadas por um excelente trabalho artístico, em que a conjugação de cores com efeitos de luz, e até a boa sonoplastia, fazem o jogo “transpirar” beleza. Os inimigos variam, os Splicers mais simples estão relativamente detalhados, os mais fortes e mortíferos, como as Big Sisters e os Brute Splicers, estão com um visual mais detalhado e pormenorizado. Mas BioShock 2 impressiona a nível visual pelo seu todo e não por particularidades, facto que já acontecia no original.
Estamos perante um jogo que, como já referi, evoluiu em quantidade. A 2K Games não quis deixar de lado uma componente que parece ser demasiado importante nos dias que correm. É claro que estou a falar do modo multiplayer, modo este que na minha opinião não faz falta nenhuma. O tempo despendido deveria ter sido aproveitado para limar arestas na campanha singleplayer.
Neste modo para múltiplos jogadores, assumimos o papel de um cidadão de Raprure (temos seis personagens para escolher). Este modo decorre 1 ano antes dos acontecimentos de BioShock. Somos um Splicer patrocinado por uma empresa, temos que testar as suas armas, Tonics e Plasmids. Vamos progredindo e adquirindo experiência nos combates online, passamos a ter acesso a novas armas, Tonics e Plasmids. As arenas são diversificadas, muitas inspiradas no modo singleplayer.
Temos 5 modos disponíveis, Survival of the Fittest (todos contra todos “Deadmatch”), Civil War (jogo em equipa “Team Deathmatch”), Last Splicer Standing (ganha o jogador que sobreviver até ao fim), Capture the Siste (duas equipas ao estilo “Capture the Flag”), ADAM Grab (recolher ADAM de uma Little Sister), Team ADAM Grab (recolher ADAM de uma Little Sister em equipa) e Turf War (duas equipas que capturam pontos estratégicos para vencer). Como seria de esperar, existem muitas recompensas inseridas no modo multijogador, há conquistas a desbloquear e objectivos a cumprir para recebermos bónus e recompensas.
Era de esperar que este modo fosse uma mais-valia, pois temos muitas armas, muitos poderes e muitas criaturas. Mas a riqueza presente no jogo não foi totalmente bem transportada para este modo. Admito que inicialmente até é divertido, mas existem opções mais interessantes no mercado, com um modo multijogador mais sólido e equilibrado. Passado o entusiasmo inicial, este modo passa um pouco ao esquecimento.
Sinceramente, estava à espera de mais, de algo que fizesse jus ao original, e que de certa forma prestasse tributo ao mesmo. BioShock 2 é uma abordagem algo paralela, que transporta o jogador por uma Rapture algo desprovida do encanto original. Não existe o mesmo ambiente desconhecido, é tudo muito previsível, demasiado previsível. Tenho mesmo pena que tenham seguido este caminho, e como já disse, espero por um BioShock 3 mais ousado, que surpreenda o jogador e o faça sentir as mesmas emoções de 2007. Mas esta conclusão tem mais sentido para quem jogou e terminou BioShock, se não for o vosso caso, este segundo título será muito mais recompensador." EUROGAMER
Agora falarei minha conclusão final, esse jogo é excelente, peca por não ter suporte ao joypad do Xbox 360 mas isso não é um "problema" grave, ele não tem o mesmo brilho e nem trouxe mais inovações do que o primeiro jogo, embora seja um bom jogo. Se você tiver oportunidade de jogar este jogo não será tempo perdido, principalmente se você não jogou o primeiro BioShock.
Nota 8.8/10
"ma sequela era mais do que esperada, depois da crítica da especialidade ter aclamado o jogo como um dos melhores de 2007. Já sabemos que mereceu uma versão PlayStation 3, deixando de ser um exclusivo (consolas) Xbox 360, conseguindo assim chegar a um público mais abrangente, e claro, aumentar o lucro.
BioShock 2 chega até nós jogadores com uma enorme responsabilidade, tentar no mínimo igualar o seu antecessor. A 2K Games optou por seguir um caminho algo inesperado, já que esta segunda versão não é bem uma sequela, sendo mais um estória “paralela”. Digo paralela porque não está directamente relacionada com o primeiro no que toca ao personagem que controlamos. É claro que os acontecimentos de BioShock 2 decorrem 8 anos após o primeiro, mas a maneira como foi construído, no qual controlamos um Big Daddy, leva o jogador a encarar esta segunda versão como um jogo completamente novo em termos de enredo, sendo quase uma visão paralela do que se passou no primeiro.
Para ser sincero, esperava que a equipa seguisse outro caminho, talvez mudar de ares, sair do oceano, conduzir as Little Sisters para outro lugar, mais seco. Terra firme? São ideias, e até se quiserem, são desejos meus, talvez concretizados em BioShock 3. Mas tudo isto não significa que o jogo não esteja à altura, e que não tenha evoluído. No geral, tudo o que de bom existia no primeiro foi transportado para o segundo, e até melhorado. Temos novas armas, novos upgrades, e muita acção, até temos um modo para múltiplos jogadores online.
Em relação ao enredo, estória, encarnamos a personagem Subject Delta, que é o primeiro Big Daddy a conseguir uma ligação com as Little Sisters. Sem querer estragar o jogo, apenas direi que irá perder a sua pequena e frágil Little Sister (Eleanor), raptada pela nova vilã, Sofia Lamb. Acordamos 10 anos depois, através das já conhecidas Vita Chambers. Eleanor comunica connosco por telepatia, dando pistas e items. Como repararam, o nosso objectivo é encontrar Eleanor.
A progressão no jogo é bastante rápida e muito linear, contrastando com o primeiro, em que tudo era mais pausado e até mais empolgante. O ambiente é também ele bem menos sombrio, o sentimento de medo, angústia e dificuldade foi um pouco perdido em BioShock 2. A “alma” que possuía como que desvaneceu um pouco. É claro que o menor entusiasmo criado por este jogo está relacionado com facto de não ser uma inovação, de não ser um jogo que nos surpreenda. Não há nada significativamente inovador que faça deste BioShock 2 um jogo superior ao primeiro. Quem nunca jogou o original não irá sentir o mesmo, será tudo uma surpresa, será uma experiência muito empolgante.
Há que explorar todos os recantos de Rapture, há de tudo para recolher, desde bebidas, munições, alimentos, e até Gene Tonics escondidos em locais remotos, que alteram os genes conferindo capacidades passivas. O nosso objectivo é encontrar Eleonor, mas pelo caminho vamos encontrar personagens que nos ajudam em troca de favores. Nos vários locais que percorremos existem outros Big Daddys, uns possuem as suas Little Sisters e outros não. Para adquirir ADAM, há que matar um Big Daddy para ficar com a sua Little Sister, podemos adopta-la ou consumir o ADAM que esta possui. Ao adoptar, esta salta apara as nossas costas, percorremos o mapa em busca de corpos para ela efectuar a recolha. Quando ela já não consegue recolher mais, temos novamente que optar, consumimos todo o seu ADAM, provocando a sua morte, ou apenas parte, libertando-a de todo o tormento.
A recolha de ADAM com a Little Sister é sempre um momento de intenso combate, já que somos atacados por Splicers, Brute Splicers e muitos mais. Há que preparar bem o terreno antes de ordenar a recolha. Colocar armadilhas, torrents e estar bem artilhado de munições, energia e EVE. Eles vêm aos “montes” e por todos os lados, tentando matar a Little Sister e ficar com o ADAM. Outro momento aterrador é quando surge uma Big Sister, sendo esta o inimigo mais feroz e mortífero do jogo. Ia cair no erro de revelar quem são as Big Sisters, deixo isso para vocês descobrirem durante o jogo.
Existem algumas questões estranhas no jogo, relacionadas com os objectos/items. Há uma enormidade de bebidas, alimentos, munições, dinheiro. Numa cidade abandonada, repleta de Splicers e afins, as quantidades são estranhamente elevadas. Passaram 8 anos após o primeiro jogo, como é possível existirem tantas “coisas”? Quem as produz? Não quero parecer incomodativo, mas reparem; numa determinada altura do jogo, vamos percorrer uma parte da cidade que já esteve inundada pelo oceano, com todos os vestígios de estar naquele estado há longos anos. Mas incrivelmente, os items continuam a ser abundantes e em perfeito estado de conservação, bebidas, alimentos, tudo pode ser consumido sem preocupações, até as maquinas onde, compramos, trocamos e fazemos upgrades, estão em perfeito funcionamento. Assustador é também o número de mensagens de áudio, são aos "quilos", funcionando na perfeição mesmo depois de tantos anos e debaixo de água. Estes pormenores, coisas, não encaixam muito bem, mas o jogador menos exigente nem vai reparar.
BioShock 2 é mais quantidade do mesmo em tudo. Um desses exemplos é o armamento que temos ao nosso dispor, desde a aterradora “broca” (Drill) até à minha preferida, a Rivet Gun. Todas as armas são alvo de upgrades, efectuados em locais específicos que só podem ser utilizados uma vez. Os Plasmids são também familiares, com os seus respectivos upgrades, que aumentam a sua eficácia. Temos uma enormidade de Plasmids, mas no meu caso, apenas utilizo 3 a 4, não senti necessidade de utilizar muitos mais, mas tudo depende do jogador e das suas preferências pessoais. Colocar um inimigo em chamas, electrocuta-lo, desorientá-lo e obrigando-o a atacar os da sua espécie, e até congela-lo, são as minhas acções preferidas.
Quando nos deslocamos pela cidade, há que ter muita atenção os alarmes/câmaras, há que jogar com o ambiente e com as defesas de Rapture. É muito importante colocar do nosso lado essa mesmas defesas, sejam os torrents e as câmaras de vigilância. Há que as “hackear”, para que estas estejam do nosso lado, sendo uma ajuda vital, já que os inimigos estão constantemente a aparecer. Um ambiente do nosso lado é um factor importante quando os combates ficam mais violentos e difíceis.
O jogo mantém aquele grafismo bem colorido, com uma representação interessante de Rapture. Não vislumbrei um salto significativo no grafismo, até o achei algo pobre em determinados momentos. Existem muitas texturas com fraca qualidade, disfarçadas por um excelente trabalho artístico, em que a conjugação de cores com efeitos de luz, e até a boa sonoplastia, fazem o jogo “transpirar” beleza. Os inimigos variam, os Splicers mais simples estão relativamente detalhados, os mais fortes e mortíferos, como as Big Sisters e os Brute Splicers, estão com um visual mais detalhado e pormenorizado. Mas BioShock 2 impressiona a nível visual pelo seu todo e não por particularidades, facto que já acontecia no original.
Estamos perante um jogo que, como já referi, evoluiu em quantidade. A 2K Games não quis deixar de lado uma componente que parece ser demasiado importante nos dias que correm. É claro que estou a falar do modo multiplayer, modo este que na minha opinião não faz falta nenhuma. O tempo despendido deveria ter sido aproveitado para limar arestas na campanha singleplayer.
Neste modo para múltiplos jogadores, assumimos o papel de um cidadão de Raprure (temos seis personagens para escolher). Este modo decorre 1 ano antes dos acontecimentos de BioShock. Somos um Splicer patrocinado por uma empresa, temos que testar as suas armas, Tonics e Plasmids. Vamos progredindo e adquirindo experiência nos combates online, passamos a ter acesso a novas armas, Tonics e Plasmids. As arenas são diversificadas, muitas inspiradas no modo singleplayer.
Temos 5 modos disponíveis, Survival of the Fittest (todos contra todos “Deadmatch”), Civil War (jogo em equipa “Team Deathmatch”), Last Splicer Standing (ganha o jogador que sobreviver até ao fim), Capture the Siste (duas equipas ao estilo “Capture the Flag”), ADAM Grab (recolher ADAM de uma Little Sister), Team ADAM Grab (recolher ADAM de uma Little Sister em equipa) e Turf War (duas equipas que capturam pontos estratégicos para vencer). Como seria de esperar, existem muitas recompensas inseridas no modo multijogador, há conquistas a desbloquear e objectivos a cumprir para recebermos bónus e recompensas.
Era de esperar que este modo fosse uma mais-valia, pois temos muitas armas, muitos poderes e muitas criaturas. Mas a riqueza presente no jogo não foi totalmente bem transportada para este modo. Admito que inicialmente até é divertido, mas existem opções mais interessantes no mercado, com um modo multijogador mais sólido e equilibrado. Passado o entusiasmo inicial, este modo passa um pouco ao esquecimento.
Sinceramente, estava à espera de mais, de algo que fizesse jus ao original, e que de certa forma prestasse tributo ao mesmo. BioShock 2 é uma abordagem algo paralela, que transporta o jogador por uma Rapture algo desprovida do encanto original. Não existe o mesmo ambiente desconhecido, é tudo muito previsível, demasiado previsível. Tenho mesmo pena que tenham seguido este caminho, e como já disse, espero por um BioShock 3 mais ousado, que surpreenda o jogador e o faça sentir as mesmas emoções de 2007. Mas esta conclusão tem mais sentido para quem jogou e terminou BioShock, se não for o vosso caso, este segundo título será muito mais recompensador." EUROGAMER
Agora falarei minha conclusão final, esse jogo é excelente, peca por não ter suporte ao joypad do Xbox 360 mas isso não é um "problema" grave, ele não tem o mesmo brilho e nem trouxe mais inovações do que o primeiro jogo, embora seja um bom jogo. Se você tiver oportunidade de jogar este jogo não será tempo perdido, principalmente se você não jogou o primeiro BioShock.
Nota 8.8/10
quinta-feira, 10 de março de 2011
Battlefield Bad Company 2 - Screenshots
Abro uma nova categoria no blog - Screenshots.
Todos os screenshots foram tirados por mim enquanto jogava Battlefield Bad Company 2 pelo Steam, usando o novo recurso de screenshots.Agora com esse novo recurso do Steam vou conseguir muito mais screenshots e melhores, esses foram apenas os primeiros, logo mais postarei de outros jogos. Já estou preparando screenshots do Call of Juarez: Bound in Blood.
segunda-feira, 7 de março de 2011
Bulletstorm - Review
Hoje postei um review do jogo Bulletstorm
HISTÓRIA:
No game você controla Grayson Hunt, um antigo herói do exército — que vivencia os conflitos espaciais do século XXVI —, vítima da crueldade do General Serrano, que o mandou para uma missão traiçoeira. O objetivo dela consistia no assassinato de um inocente. Se recusando a cumpri-la, Grayson comete um ato de traição e logo vira o homem mais procurado do universo.
GRÁFICOS:
Os gráficos na versão Xbox 360 assim como na versão PS3 estão bons, mas tem muitas "serrilhas" e as vezes a arma fica com uma aparência de Ctrl+c Ctrl+v em relação ao cenário, mas mesmo assim os gráficos são bons. Já na versão PC os gráficos estão excelentes, quando o Anti-Aliasing está ativado o jogo fica praticamente sem serrilhas e com bons efeitos de iluminação que completam a beleza do cenário.
DIVERSÃO:
A diversão durante o jogo é muito grande, o jogo não é muito díficil, isso é ruim em certo ponto de vista, mas é bom também pois não irrita o jogador com partes difíceis.A grande diversão do jogo vem por causa do ritmo frenético e da ação que não para um segundo. Puxar inimigos usando um apetrecho especial, chutar inimigos em cactos ou espinhos, atirar pra todos os lados e fazer mortes que contem mais pontos. Isso é o que Bulletstorm reserva as seus jogadores.
SOM:
O som do jogo também é bom, com muitos tiros e explosões, gritos de agonia dos que estão morrendo, são algumas que fazem o som do jogo.
JOGABILIDADE:
A jogabilidade nos consoles é simples e fácil, em 5 minutos você aprende todos os comandos do jogo, isso torna a jogabilidade muito fácil. Jogando a jogabilidade lembra a de alguns FPS famosos, pela facilidade.
CONCLUSÃO:
Bulletstorm é um jogo inovador, assim como BioShock foi em 2006, este será um que jogo que lembraremos por ainda algum tempo, provavelmente mais do que imaginamos se for lançado uma sequência. Se você tiver a oportunidade de jogar Bulletstorm, não perca, será uma experiência marcante.
NOTA FINAL: 9.4/10
HISTÓRIA:
No game você controla Grayson Hunt, um antigo herói do exército — que vivencia os conflitos espaciais do século XXVI —, vítima da crueldade do General Serrano, que o mandou para uma missão traiçoeira. O objetivo dela consistia no assassinato de um inocente. Se recusando a cumpri-la, Grayson comete um ato de traição e logo vira o homem mais procurado do universo.
GRÁFICOS:
Os gráficos na versão Xbox 360 assim como na versão PS3 estão bons, mas tem muitas "serrilhas" e as vezes a arma fica com uma aparência de Ctrl+c Ctrl+v em relação ao cenário, mas mesmo assim os gráficos são bons. Já na versão PC os gráficos estão excelentes, quando o Anti-Aliasing está ativado o jogo fica praticamente sem serrilhas e com bons efeitos de iluminação que completam a beleza do cenário.
DIVERSÃO:
A diversão durante o jogo é muito grande, o jogo não é muito díficil, isso é ruim em certo ponto de vista, mas é bom também pois não irrita o jogador com partes difíceis.A grande diversão do jogo vem por causa do ritmo frenético e da ação que não para um segundo. Puxar inimigos usando um apetrecho especial, chutar inimigos em cactos ou espinhos, atirar pra todos os lados e fazer mortes que contem mais pontos. Isso é o que Bulletstorm reserva as seus jogadores.
SOM:
O som do jogo também é bom, com muitos tiros e explosões, gritos de agonia dos que estão morrendo, são algumas que fazem o som do jogo.
JOGABILIDADE:
A jogabilidade nos consoles é simples e fácil, em 5 minutos você aprende todos os comandos do jogo, isso torna a jogabilidade muito fácil. Jogando a jogabilidade lembra a de alguns FPS famosos, pela facilidade.
CONCLUSÃO:
Bulletstorm é um jogo inovador, assim como BioShock foi em 2006, este será um que jogo que lembraremos por ainda algum tempo, provavelmente mais do que imaginamos se for lançado uma sequência. Se você tiver a oportunidade de jogar Bulletstorm, não perca, será uma experiência marcante.
NOTA FINAL: 9.4/10
quinta-feira, 3 de março de 2011
Preview - Mortal Kombat 2011
Um dos games mais comentados para este ano é o novo Mortal Kombat, também chamado de Mortal Kombat 9 ou Mortal Kombat 2011. A série será renovada, com novos Fatalitys, e o "X-Ray" que é uma barrinha que tem três niveis que enche conforme o oponente desfere ou recebe golpes, no nível 1 pode tornar um golpe especial mais forte, nível 2 poder revidar um combo com um golpe ou outro combo e finalmente no nível 3 o X-Ray.Abaixo a lista dos lutadores já confirmados no jogo:
- Baraka
- Cyrax
- Ermac
- Jade
- Jax
- Johnny Cage
- Kano
- Kitana
- Kratos (PS3)
- Kung Lao
- Liu Kang
- Mileena
- Nightwolf
- Noob Saibot
- Raiden
- Reptile
- Scorpion
- Sektor
- Shang Tsung
- Sindel
- Sonya
- Stryker
- Sub-Zero
Chefes:
- Goro
- Shao Kahn
Com certeza uma das novidades para os jogadores do Playstation 3 é a inclusão de Kratos, lembrando que ele é exclusivo para o PS3.
O jogo está bem violento, bom para os fãs, está repleto de sangue, vísceras, fatalitys violentos, ossos quebrados e várias outras coisas muito interessantes. O jogo já foi banido na Austrália devida a alta violência representada nele.
NetherRealm Studios em parceria com o site IGN.com, divulga um novo vídeo de Mortal Kombat, nele é revelado varios modos de mini-games no jogo que foram confirmados mediante o relatório de banimento na Austrália. Terão vários mini-games tanto para testar sua força, capacidade mental, sorte e agilidade entre outros que afetam a jogabilidade, como jogar sem braços, sem cabeça, de cabeça para baixo. O vídeo mostra pela primeira vez o gameplay de Shao Kahn e Styker entre outros aspectos como custom clássicas dos ninjas Sub-Zero e Scorpion e um inedito modo zumbi como é o caso de Goro, Liu Kang além de Sonya, e por fim revelam nova arena. Abaixo o vídeo:
Há no youtube vídeos de vários personagens como Noob Saibot, Sub-Zero, Scorpion, Kratos,
E aqui vai um gameplay de 10 minutos mostrando algumas lutas e fatalitys:
O jogo será lançado dia 19 de abril deste ano, terá uma demo que será lançado dia 8 de março para os assinantes da Playstation Plus e dia 15 de março para a PSN toda e para a Xbox Live.
O game virá em 3 edições, a edição normal, a Kollector's Edition e uma edição que vem com um arcade controller. Abaixo as fotos:
- Baraka
- Cyrax
- Ermac
- Jade
- Jax
- Johnny Cage
- Kano
- Kitana
- Kratos (PS3)
- Kung Lao
- Liu Kang
- Mileena
- Nightwolf
- Noob Saibot
- Raiden
- Reptile
- Scorpion
- Sektor
- Shang Tsung
- Sindel
- Sonya
- Stryker
- Sub-Zero
Chefes:
- Goro
- Shao Kahn
Com certeza uma das novidades para os jogadores do Playstation 3 é a inclusão de Kratos, lembrando que ele é exclusivo para o PS3.
O jogo está bem violento, bom para os fãs, está repleto de sangue, vísceras, fatalitys violentos, ossos quebrados e várias outras coisas muito interessantes. O jogo já foi banido na Austrália devida a alta violência representada nele.
NetherRealm Studios em parceria com o site IGN.com, divulga um novo vídeo de Mortal Kombat, nele é revelado varios modos de mini-games no jogo que foram confirmados mediante o relatório de banimento na Austrália. Terão vários mini-games tanto para testar sua força, capacidade mental, sorte e agilidade entre outros que afetam a jogabilidade, como jogar sem braços, sem cabeça, de cabeça para baixo. O vídeo mostra pela primeira vez o gameplay de Shao Kahn e Styker entre outros aspectos como custom clássicas dos ninjas Sub-Zero e Scorpion e um inedito modo zumbi como é o caso de Goro, Liu Kang além de Sonya, e por fim revelam nova arena. Abaixo o vídeo:
Há no youtube vídeos de vários personagens como Noob Saibot, Sub-Zero, Scorpion, Kratos,
E aqui vai um gameplay de 10 minutos mostrando algumas lutas e fatalitys:
O jogo será lançado dia 19 de abril deste ano, terá uma demo que será lançado dia 8 de março para os assinantes da Playstation Plus e dia 15 de março para a PSN toda e para a Xbox Live.
O game virá em 3 edições, a edição normal, a Kollector's Edition e uma edição que vem com um arcade controller. Abaixo as fotos:
| Kollector's Edition |
| Arcade Controller |
terça-feira, 1 de março de 2011
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Olá visitantes, meu nome é Gustavo, tenho 14 anos e após algum tempo resolvi criar esse blog.
Hoje começa o blog Game Finisher onde eu postarei informações sobre novos jogos, detonados, análises,links para downloads de jogos, primeiras impressões, e qualquer coisa relacionada a videogames.
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